quarta-feira, 11 de junho de 2008

CORAÇÃO DE NAMORADOS


Apesar de achar que homenagens não tem um só dia, para mim são todos os dias. Mesmo assim fiz uma homenagem ao Dia dos namorados:



Falar de namorados,

Fala-se de luar,

Fala-se de estrelas,

Fala-se de mar...

Falar de namorados,

Fala-se de flor...

Falar de namorados,

Fala-se de amor.

Para os enamorados,

Não existe um dia,

São todos os dias

Para dar-se amor.

Amor traz alegria

Faz o coração pulsar...

Dois corações que amam,

Enaltecem-se com a noite

De luar!

terça-feira, 10 de junho de 2008

ANTES QUE SEJA TARDE


Porque as pessoas

Não abrem o coração,

É gentil abrir a porta

Pra um irmão...

Porque só males na mente,

essa semente de destruição.

Porque o amor não está presente,

Pra caminhar em retidão,

Esqueçamos os males,

Senão o mundo

Não aguenta mais não.

Percorramos esse vale,

Com a alma voltada

Pra nossa união.

Vamos juntar nossas almas,

Pra que o arrependimento das falhas,

Não venham tarde demais...

Troquemos a dor,

Por um mundo de paz e amor!

POR AMOR...


Se o meu caminho
Para alcançar-lhe,
For de estradas sinuosas,
Voarei em pensamentos,
E em retas, chegarei até você...
Se pra tocar em seus cabelos,
As minhas mãos
Já não alcançam,
Fecharei os meus olhos,
Para não ver,
O quão longa é a distância de você.
Se a esperança
De estar ao seu lado,
Um dia morrer,
Encurtarei essa distância,
Pra ficar perto de você.

sábado, 24 de maio de 2008

MANICÔMIO DOS NORMAIS


Certa vez li no Pocket "Non-Stop, Crônicas do Cotidiano", da maravilhosa cronista Martha Medeiros, referindo-se ao beatnik Carl Solomon, como criador da frase Manicômio dos Normais.

Andando pelas ruas de uma metrópole civilizada, é que vemos o quanto o mundo está com os nervos à flor da pele. Ele não precisa de governantes, precisa de um médico pra cuidar de nervos fracos, pra coibir tantas situações aberrantes, como:

- Igrejas que se dizem religiosas e em nome de Deus enriquecem, subtraíndo o dinheiro dos pobres.

- Governantes locupletando-se com o erário público.

- Mulheres que engravidam, depois jogam os filhos fora, como se fossem lixo.

- Pais que matam filhos e ainda insistem que são inocentes aos olhos de milhares de pessoas. Como o caso da Isabela Nardoni e Madeleine Mccann.

Se eu for citar aqui, tantas atitudes absurdas, me faltará papel. São tantas anormalidades nesse mundo, que o anormal torna-se normal e nada é feito para consertar o que está errado.

Por tudo isso, denomino o mundo como "Manicômio dos normais", até que a normalidade se normalize.

domingo, 27 de abril de 2008

VEJO O FUTURO EM PRANTO SECO


Pranto seco...

Vejo o futuro equidistante.

Nem água para a saliva,

Nem lágrimas para à vista.

Ensandecida,

Faço o caminho da amargura,

Vejo as crianças de hoje, amanhã,

Não tenho noção de triste agrura.

Ventos...

Nem ventos correm mais...

Tudo parado e lento,

Não vejo vida,

Tudo morreu.

Os olhos daquele moço,

Mealham agonia.

Nenhuma lágrima alivia,

Aquele seu pranto seco!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

RATOS URBANOS

Ratos urbanos

Invadem o cotidiano.

Corta a carne do profano,

E do transeunte mais brando.

São morcêgos de trens suburbanos.

A sombra da noite,

Me assombra,

O brilho do dia,

Me arrepia.

Enquanto o mundo evolui,

A maledicência flui.

As esquinas ficam cheias

De armadilhas...

Em seus esgotos,

Traçam o desumano,

E arrumam a sua trilha.

Os ratos urbanos são brabos,

Se escondem na sombra da noite,

Pois é lá...

Que todos os ratos são pardos.

ÁGUA MORTA

Bebo água...

Penso nas crianças futuramente.

Respiro oxigênio...

Penso num mundo repelente.

Jogo peteca...

Não sei, se daqui pra frente,

Terá pena...

Sinto pena,

De quem viver a vida terrena.

Com o sol quente,

E a água morta!